Estado Islâmico executa mais de 5 mil na Síria em três anos, revela ONG

 

Um estudo do Observatório Sírio de Direitos Humanos (OSDH) revela que 5,1 mil pessoas foram mortas pelo Estado Islâmico (EI) nos últimos três anos. Conforme o levantamento divulgado neste domingo, 29, as pessoas morreram em execuções sumárias dentro de 40 meses, de junho de 2014 até hoje. As informações são da Agência EFE.

Civis, combatentes de facções rebeldes, das Forças da Síria Democrática (FSD) apoiadas pelos Estados Unidos e efetivos do regime de Bashar al Assad foram mortos pelo grupo terrorista. A ONG afirma que o EI executou 2.868 civis, entre eles 105 crianças e 150 mulheres, fuzilados, degolados, decapitados, apedrejados e empurrados do alto de edifícios. Há quem também tenha sido queimado vivo em Damasco e seus arredores, e nas províncias de Deir ez Zor, Al Raqqa, Al Hasaka, Aleppo, Homs e Hama.
De acordo com o que a ONG apurou, as pessoas que foram mortas pelo EI foram acusadas de “espionagem” para a aliança internacional e das FSD. Fazer parte do regime de Assad, além de lutar nas fileiras da Organização de Libertação do Levante, também estão entre as acusações.
  
Aumentou nos últimos tempos o número de pessoas mortas nas regiões controladas pelos jihadistas devido aos contra-ataques do EI sobre o avanço dos grupos rivais. A EFE informou que as execuções têm se concentrado na cidade de Al Qariatain, no sudeste da província central de Homs, neste mês.
Redação O POVO Online

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